Pequeno dicionário brasileiro da língua morta (Record no. 116674)

MARC details
000 -LÍDER
campo de controle de tamanho fixo 03828 a2200265 4500
001 - NÚMERO DE CONTROLE
campo de controle 116674
020 ## - ISBN - INTERNATIONAL STANDARD BOOK NUMBER
ISBN - International Standard Book Number 9788525051349
020 ## - ISBN - INTERNATIONAL STANDARD BOOK NUMBER
Informação qualificadora broch
041 ## - CÓDIGO DE IDIOMA
Código do idioma do texto/trilha sonora ou título diferente por
082 ## - CDD - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL DE DEWEY
Número de Classificação 800
040 ## - FONTE DA CATALOGAÇÃO
Instituição da catalogação original BR-ReUCP
Instituição que transcreveu o registro BR-ReUCP
Instituição que modificou o registro BR-BrIDEA
090 ## - NÚMERO DE CHAMADA LOCAL
Número de chamada (OCLC) (R); Número de chamada, CALL (RLIN) (NR) R 869
Número Cutter local (OCLC); Número de classificação do livro, CALL (RLIN) VIL
100 ## - ENTRADA PRINCIPAL--NOME PESSOAL
Nome pessoal Villas, Alberto
245 10 - TÍTULO
Título Pequeno dicionário brasileiro da língua morta
Restante do título palavras que sumiram do mapa
Indicação de responsabilidade, etc. Alberto Villas
260 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Local de publicação, distribuição, etc. São Paulo, SP
Nome do editor, distribuidor, etc. Globo
Data da publicação, distribuição, etc. [2012]
300 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Extensão 302 p.
Outros detalhes físicos il
520 ## - NOTA DE RESUMO, ETC
Resumo, etc. Se você acha que café com leite é só a bebida mais comum do mundo no café da manhã, ou que babado serve apenas para enfeitar a saia, é porque ainda não leu o Pequeno dicionário brasileiro da língua morta, o novo livro do jornalista Alberto Villas que a Globo Livros está lançando. Nele, é possível descobrir que café com leite tinha três significados: uma pessoa meio boba, que não fazia parte de nenhuma rodinha de amigos; o sujeito fácil, assim como o arroz de festa; uma referência à política dos Estados de Minas e São Paulo – Minas entrava com o leite, São Paulo, com o café, e os dois estados dividiam o poder político nacional. Babado seria o equivalente da expressão que se fala hoje “qual é a boa?” Babado tanto podia designar fofoca como novidade. “O babado corria de boca em boca, cada um dando sua opinião, se espantando ou criticando. Não tinha babado que passasse em branco”, diz Villas no livro. E por que o jornalista garimpou tantas palavras que caíram em desuso? Para mostrar como a língua portuguesa tem um rico vocabulário e sofre mutações ininterruptamente? Talvez. Essa é uma possibilidade. Mas, para Max Gehringer, que assina uma das orelhas do livro, “o que o Villas fez foi garimpar palavras por puro deleite, como quem encontra um empoeirado disco de vinil da Jovem Guarda (‘Meu Broto’, com Teddy Milton) e aí embarca numa nostálgica viagem no tempo”. Durante essa viagem, Villas foi escarafunchando seu baú de memórias e desencavou palavras divertidas, como xumbrega. “Diz a lenda que essa palavra tem origem lá por volta de 1600, quando o aventureiro alemão Friedrich Hermann Schönberg, que comandava as tropas de Portugal contra a Espanha, se deu mal. Schönberg acabou virando xumbrega. E xumbrega quer dizer uma coisa ruim, feia, mal-acabada.” O abecedário formulado por Villas traz algumas milongas (mexericos), mas nada que faça corar sirigaitas (mulheres ousadas, atrevidas) ou mancebos (rapaz novo, que hoje seria o correspondente a “gato”). Pode ser que fãs do cantor Fagner fiquem chateados ao saber que o autor do livro acha a voz dele igual à de taquara rachada: “É só ouvir o primeiro disco dele – ‘Manera Fru Fru Manera’ – ou o segundo, ‘Ave Noturna’. Não que o autor de ‘Mucuripe’ tenha uma voz irritante, mas é muito particular, de taquara rachada”. Mas, para livrar um pouco a barra dele, Villas complementa: “A Desciclopédia tem uma lista enorme de pessoas com voz de taquara rachada. De Tiririca a Xuxa, passando por Sandy Leah, a Sandy do Júnior”. Exemplos de palavras hilárias pululam no livro. Como manota, aquele fora que, por mais que se queira, não há como remediar: você chega para uma mulher, olha a barriguinha dela e pergunta: “É pra quando?”. E ouve a resposta: “Não estou grávida!”. Que mancada! Ou que quiproquó! Se você tem vontade de engrossar seu vocabulário, e quer fazer bonito com os seus amigos, pode adotar daqui para frente fuzarca, víspora, palangana. Esse é o melhor jeito de lavar a égua.
650 #4 - ASSUNTO--TERMO TÓPICO
Cabeçalho tópico ou nome geográfico Língua portuguesa
650 #4 - ASSUNTO--TERMO TÓPICO
Subdivisão geral Dicionários
650 #4 - ASSUNTO--TERMO TÓPICO
Cabeçalho tópico ou nome geográfico Língua portuguesa
650 #4 - ASSUNTO--TERMO TÓPICO
Subdivisão geral Palavras e expressões
697 ## - ENTRADA DE ASSUNTO LOCAL--ENTIDADE COLETIVA (RLIN)
Nome corporativo ou nome da jurisdição Língua portuguesa - dicionários
700 ## - ENTRADA ADICIONADA - NOME PESSOAL
Nome pessoal Língua portuguesa - palavras e expressões
942 ## - ELEMENTOS DE ENTRADA ADICIONADOS (KOHA)
Tipo de material Koha Livros
Holdings
Situação do descarte Situação das perdas Fonte da classificação ou esquema de arquivamento na estante Situação física Não pode ser emprestado Biblioteca de origem Biblioteca atual Data de aquisição Total de empréstimos Número de chamada completo Código de barras Data de último acesso Data do preço efetivo Tipo de material Koha
    Classificação Decimal de Dewey     ECB - ÁGUAS CLARAS ECB - ÁGUAS CLARAS 20/03/2020   R 869 VIL 00049824AGC 23/01/2024 23/01/2024 Livros