O que os olhos não veem
Ruth Rocha; ilustrações de Carlos Brito
- São Paulo Moderna 2012
Os súditos nunca são vistos pelos gigantes que mandam e desmandam naquele reino. Mas, um dia, os oprimidos se unem e, usando de muita perspicácia, obrigam o rei a enxergá-los e a ajudá-los. Firmando-se no ditado popular "O que os olhos não veem o cor ação não sente", a história questiona o autoritarismo e mostra o que acontece quando os governantes não trabalham com e para o povo.