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    <title>Ossos do ofício</title>
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    <namePart>Eduar, Gilles</namePart>
    <namePart type="date">1958</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <publisher>Companhia das Letrinhas</publisher>
    <dateIssued>2001</dateIssued>
    <edition>7. reimpr.</edition>
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    <extent>[36] p. : il. ; 20.4 x 21 x 1.2 cm (brochura)</extent>
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  <abstract>Com texto simples e ilustrações grandes e muito coloridas, Ossos do ofício é uma história que leva as crianças pequenas a passear com Nilo, um cachorrinho que um dia sai de casa bem cedo e começa a vagar sem rumo, sem ter nenhum lugar especial aonde queira ir. Como quem não quer nada, ele dá uma paradinha aqui, outra ali. Logo se vê que é muito observador, mas não é em tudo que presta atenção. Nilo está interessado no trabalho das pessoas, no ofício que elas exercem. Por onde quer que passe, há gente trabalhando. Ele olha e faz um comentário: "Quando a coisa pega fogo, chamam os bombeiros"; "Quem conhece a história dos dinossauros é a paleontóloga", "O que eu gosto no cabeleireiro é de sentar na poltrona e vestir aquela capa enorme"; "Pintores pintam de tudo, pintam paredes, pintam o mundo". Depois de conhecer uma infinidade de profissões, Nilo acaba se perguntando: "E eu? Qual será o meu trabalho? Será que o meu ofício é apenas ser um roedor de ossos?". A essa altura, já chegando em casa, ele vê a alegria com que seus donos o recebem e conclui que o seu trabalho não é outro senão este: "É deixar as pessoas felizes".</abstract>
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      <title>Literatura Infantil</title>
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