01999 a2200205 4500001000700000020001800007020001300025041000800038082001000046100001800056490002700074520147500101521001101576856002401587040002501611245006201636260004801698300001501746700003201761111822 a9788574062167 q(Broch.) apor a028.5 aMiranda, Ana. aMemória e história aFlor do cerrado: Brasília é a estréia de Ana Miranda na literatura infanto-juvenil. Depois de publicar, pela Companhia das Letras, seis romances, uma novela e um volume de contos, ela se volta para as lembranças de sua infância e narra a inesquecível construção de uma nova capital para o país, em meados dos anos 50. Na inauguração, a autora tinha oito anos. Sua relação com Brasília é bastante especial: o pai dela, engenheiro, participou da construção da cidade, erguida em tempo recorde pelo presidente Juscelino Kubitschek. Antes de narrar essa epopéia, a autora relata a história de sua família e recupera as controvérsias que cercaram a mudança da capital desde a época colonial até a escolha do lugar definitivo. As dificuldades da vida num imenso canteiro de obras, o ritmo vertiginoso com que se abriam ruas e se levantavam prédios, as formas da arquitetura de Oscar Niemeyer e as festividades de inauguração, em 1960, são algumas das passagens que se encontram misturadas às observações de uma garota que assistiu a tudo bem de perto. As ilustrações de Maria Eugênia e o material iconográfico reproduzido no livro - fotos, documentos, até mesmo um "Diploma de Testemunha da Inauguração de Brasília" - reconstituem um grande momento da vida brasileira. Ao final, um apêndice elaborado pela autora traz detalhes das biografias de alguns dos principais personagens desta história. aYear 4 u00001f/00001f0e.jpg aBR-BrIDEAcBR-BrIDEA10aFlor do cerradobBrasíliacAna Miranda, Maria Eugênia aSão PaulobCompanhia das Letrinhasc2004 a80 p.bil. aEugenia, Maria.eIlustrador