01182 a2200193 4500001000700000020001800007020000900025041000800034082000800042300001100050520070900061830002200770856002400792040002500816100003300841245006000874260002900934490002500963119216 a9788579710049 qenc. apor a869 a332 p. aCom este livro, em 1881, Machado de Assis inaugura o Realismo no Brasil. A autobiografia de Brás Cubas começa quando morre o homem e nasce um autor. O filho de uma família da alta sociedade é um narrador-personagem que constantemente comenta a própria obra e provoca o leitor ao se dirigir diretamente a ele, relatando uma vida sem realizações e fadada ao vazio existencial. Brás Cubas pinta o pessimismo, a ironia e a indiferença da sociedade burguesa carioca de então. Seria a busca por esse retrato social que, a partir daí, guiaria os autores do fim do Segundo Império e influenciaria toda a literatura nacional. A essa trajetória, Machado empresta o domínio da narrativa. aClássicos Abril u000034/0000348b.jpg aBR-BrIDEAcBR-BrIDEA aAssis, Machado ded1839-190810aMemórias póstumas de Brás Cubasc Machado d Assis aSão PaulobAbrilc2010 aClássicos Abrilv5