01610 a2200193 4500001000700000020001500007040003200022100002000054245002400074260001600098300003500114362000900149520113300158650003101291650002801322650001401350650002801364650002401392122161 a8535907807 cEscola Canadense de Niteroi aJaouen, Hervé10aPara não esquecer aSão Paulo a149 p.c9 x 5.28 x 0.39 inches0 a2006 aO médico alemão Aloysius Alzheimer foi quem, ao apresentar o caso de uma paciente em 1906, descreveu o mal de Alzheimer pela primeira vez. Tratava-se de uma mulher de 51 anos, que começou com falhas progressivas de memória e depois passou a esconder pertences, misturar identidades e perder o senso do tempo e do espaço. Apesar de bastante comum, essa é uma doença da qual se fala muito pouco. Para aqueles que têm parentes e amigos portadores, o convívio com a evolução do quadro é triste e ao mesmo tempo desafiador. Como se comportar? O que dizer? O que fazer para controlar o doente em seus delírios e manias? Essa é a situação que Hervé Jaouen descreve com muita sensibilidade, mas sem pieguismos, em Para não esquecer - a história de uma garota que tem de ceder o quarto à avó, que já não pode mais viver sozinha. O dia-a-dia com o novo membro da casa não é fácil: toda a família precisa entrar no jogo. É importante estimular a memória da avó, ajudá-la a juntar os fragmentos de sua vida, a lembrar-se dos rostos, das cartas de amor e dos gestos mais comuns.  4aLiteratura Infanto Juvenil 4aDoenças e Tratamentos 4aAlzheimer 4aRelações familiares 4aFicção Realista