<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>A Fada Que Tinha Idéias: peça teatral</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>Almeida, Fernanda Lopes de</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource/>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="text">Porto Alegre</placeTerm>
    </place>
    <edition>5.ed.</edition>
    <issuance/>
  </originInfo>
  <physicalDescription>
    <extent>il. 2 x 22.2 x 0.6 cm</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>A fada que tinha idéias, em versão para o teatro, apresenta a divertida história da pequena Clara Luz, uma fada que se nega a aprender pelo antiquado livro das fadas, porque quer inventar suas próprias mágicas. Sua teoria para explicar o mundo é: "quando alguém inventa alguma coisa, o mundo anda. Quando ninguém inventa nada, o mundo fica parado." É por isso que Clara Luz não pára de ter idéias mirabolantes: faz bolinhos de luz, cria a chuva colorida, inventa a brincadeira de modelagem de nuvens e escorrega no arco-íris com sua professora de horizontologia. Em sua incessante luta contra as idéias e mágicas emboloradas, ela conquista o cargo de conselheira do palácio das fadas. Clara luz é irreverente, sem saber que o é. Nas palavras de Fernanda: "Clara Luz acha normal inventar, criar, questionar, encontrar novos ângulos para ver o já visto".</abstract>
  <subject>
    <topic>Literatura Infantil</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>Poesias, Poemas, Versos ou Teatro</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>Curiosidades</topic>
  </subject>
  <identifier type="isbn">9788585500542</identifier>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg"/>
    <recordIdentifier>126342</recordIdentifier>
  </recordInfo>
</mods>
