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    <title>Odisseu e a vingança do deus do mar</title>
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    <namePart>Machado, Igor</namePart>
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      <placeTerm type="text">São Paulo</placeTerm>
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    <dateIssued>2008</dateIssued>
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    <extent>48 p.  il</extent>
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  <abstract>Depois de dez anos de luta em Tróia, Odisseu, rei de Ítaca, organiza seus navios para voltar para casa. Mas o mau tempo os faz parar numa estranha ilha que enfeitiça seus homens. À força, Odisseu carrega-os de lá, e acabam parando na ilha dos ciclopes. Com um estratagema, o esperto rei cega o ciclope Polifemo e escapa com seus navios. Mas Polifemo clama por vingança junto a seu pai, Poseidon, senhor dos mares. Quando Odisseu aporta na ilha de Eólia, recebe de presente do rei Éolo um saco de ventos para ajudá-lo a chegar mais rápido a Ítaca. Odisseu está feliz, mas se descuida e os homens abrem o saco, deixando escapar os oito ventos pertencentes a Poseidon. É o início da vingança do deus: muitos homens morrem, tragados pelas ondas enfurecidas. Quando a tempestade acalma, estão bem longe de seu destino e ainda têm que sobreviver a inúmeros perigos: gigantes antropófagos, os feitiços da rainha Circe e as sereias, cujo canto sedutor só não enfeitiçava Odisseu e os marinheiros porque estes tinham cera no ouvido e aquele, porque estava amarrado fortemente ao mastro do navio. Passado o perigo das sereias, vinha agora o monstro Cila e o turbilhão Caribdes. Numa primeira vez, Odisseu e seus homens escapam, porém Poseidon os lança de novo ao turbilhão e dessa vez o barco é tragado pelas águas. Só Odisseu, ajudado pela deusa Atena, sobrevive e vai parar na ilha da ninfa Calipso. Para sair de lá, o herói constrói uma jangada e enfrenta todos os desastres enviados por Poseidon: correntezas traiçoeiras, tempestades e monstros. Odisseu naufraga, porém não morre: é lançado nas praias de um reino amigo. De lá, finalmente (depois de dez anos de aventuras!), ele retorna à sua terra.</abstract>
  <note type="statement of responsibility">Ana Maria Machado; Igor Machado, Luiza Rezende (ilustração)</note>
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