<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>Malala, a menina que queria ir para a escola</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>Carranca, Adriana.</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <name type="personal">
    <namePart>Brasil, Bruna Assis</namePart>
    <role>
      <roleTerm type="text">ilustrador</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource/>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="text">São  Paulo</placeTerm>
    </place>
    <publisher>Companhia das Letrinhas</publisher>
    <dateIssued>2015</dateIssued>
    <edition>1.ed.</edition>
    <issuance/>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">POR</languageTerm>
  </language>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <extent>95p.</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>Malala Yousafzai quase perdeu a vida por querer ir para a escola. Ela nasceu no vale do Swat, no Paquistão, uma região de extraordinária beleza, cobiçada no passado por conquistadores como Gengis Khan e Alexandre, o Grande, e protegida pelos bravos guerreiros pashtuns – os povos das montanhas. Foi habitada por reis e rainhas, príncipes e princesas, como nos contos de fadas. Malala cresceu entre os corredores da escola de seu pai, Ziauddin Yousafzai, e era uma das primeiras alunas da classe. Quando tinha dez anos viu sua cidade ser controlada por um grupo extremista chamado Talibã. Armados, eles vigiavam o vale noite e dia, e impuseram muitas regras. Proibiram a música e a dança, baniram as mulheres das ruas e determinaram que somente os meninos poderiam estudar. Mas Malala foi ensinada desde pequena a defender aquilo em que acreditava e lutou pelo direito de continuar estudando. Ela fez das palavras sua arma. Em 9 de outubro de 2012, quando voltava de ônibus da escola, sofreu um atentado a tiro. Poucos acreditaram que ela sobreviveria. A jornalista Adriana Carranca visitou o vale do Swat dias depois do atentado, hospedou-se com uma família local e conta neste livro tudo o que viu e aprendeu por lá. Ela apresenta às crianças a história real dessa menina que, além de ser a mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da paz, é um grande exemplo de como uma pessoa e um sonho podem mudar o mundo.</abstract>
  <targetAudience>Year 5</targetAudience>
  <note type="statement of responsibility">Adriana Carranca; ilustrações de Bruna Assis Brasil</note>
  <subject authority="lcsh">
    <titleInfo>
      <title>Não Ficção</title>
    </titleInfo>
  </subject>
  <subject authority="lcsh">
    <topic>Literatura Infantil</topic>
  </subject>
  <classification authority="ddc">P Year 5 028</classification>
  <identifier type="isbn">9788574066707</identifier>
  <identifier type="uri">000029/000029bc.jpg</identifier>
  <location>
    <url>000029/000029bc.jpg</url>
  </location>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg">BR-BrIDEA</recordContentSource>
    <recordCreationDate encoding="marc">240223</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20240223152904.0</recordChangeDate>
    <recordIdentifier>76276</recordIdentifier>
  </recordInfo>
</mods>
