| 000 | 01197 a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 118715 | ||
| 041 | _apor | ||
| 082 | _aP Year 7 028 | ||
| 090 | _aYear 10 869 RAM | ||
| 100 | _aRamos, Graciliano. | ||
| 300 | _a239 p. | ||
| 520 | _a"Deve-se escrever da mesma maneira com as lavanderias lá de Alagoas fazem em seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa. A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como falso; a palavra foi feita para dizer". | ||
| 697 | _aLiteratura brasileira. | ||
| 856 | _u000032/00003204.jpg | ||
| 040 |
_aBR-BrIDEA _cBR-BrIDEA |
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| 245 | 1 | 0 |
_aLinhas tortas _cGraciliano Ramos |
| 260 |
_aSão Paulo _bMartins Editora _c1969 |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c118715 _d118715 |
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