| 000 | 01274 a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 118729 | ||
| 041 | _apor | ||
| 082 | _a869 | ||
| 090 | _aYear 10 869 RAM | ||
| 100 | _aRamos, Graciliano. | ||
| 300 | _a207 p. | ||
| 520 | _aOs textos híbridos que compõem Viventes das Alagoas fazem parte das colaborações de Graciliano para a imprensa a partir de 1937. Considerado um subversivo pela ditadura do Estado Novo, o velho Graça é preso em 1936 em Maceió, e transportado para o Rio de Janeiro, onde é libertado apenas em 1937. Fixado na cidade desde então, o autor de Caetés e Angústia passa a escrever artigos para revistas como O Cruzeiro, Cultura Política e jornais como Diário de Notícias e A Tarde.O livro traz ainda em suas páginas finais, relatórios feitos por Graciliano quando prefeito de Palmeira dos índios (AL). A linguagem burocrática e formal, característica desses documentos, é substituída por notas irônicas e sarcásticas, além de rasgos literários que simbolizam o ingresso de Graciliano na literatura. | ||
| 697 | _aLiteratura brasileira. | ||
| 856 | _u000032/00003217.jpg | ||
| 040 |
_aBR-BrIDEA _cBR-BrIDEA |
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| 245 | 1 | 0 |
_aViventes das Alagoas _cGraciliano Ramos |
| 260 |
_aSão Paulo _bMartins Editora _c1969 |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c118729 _d118729 |
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