| 000 | 01876 a2200169 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 120055 | ||
| 020 | _a978-8501073785 | ||
| 040 | _cEscola Canadense de Niteroi | ||
| 090 | _aRAM | ||
| 100 | _aRamos, Graciliano | ||
| 245 | 1 | 0 | _aMemórias do Cárcere |
| 260 | _aRio de Janeiro | ||
| 300 | _c6 x 15 x 4.2 cm | ||
| 362 | 0 | _a2008 | |
| 520 | _aEm 3 de março de 1936, um destacamento da polícia de Maceió prende em casa Graciliano Ramos. O funcionário da Instrução Pública de Alagoas, alertado de véspera, já esperava de mala pronta e com a família de sobreaviso. O ato era parte da repressão do governo Vargas, desencadeada a partir de 35, com a desculpa de eliminar a ameaça comunista, mas no fundo abrindo caminho para a instauração da ditadura do Estado Novo. Graciliano passaria por presídios de Maceió, Recife e Rio de Janeiro, sem acusação formada, sem processo e, obviamente, sem sentença. Somente seria solto em janeiro de 37, devido à pressão da intelectualidade brasileira. Memórias do cárcere é o relato desse período, escrito por Graciliano dez anos depois e publicado postumamente. Constitui um testemunho fundamental da arbitrariedade, da violência e do atraso político incorporado à nossa cultura e história, cuja prosa precisa e pontual de Graciliano torna um texto maior da literatura brasileira. Adaptado para o cinema 1983 por Nelson Pereira dos Santos, o livro é a expressão mais íntegra daquilo a que se refere Murilo Mendes, nos versos que dedicou ao autor Murilograma a Graciliano Ramos Brabo. Olhofaca. Difícil. Cacto já se humanizando... Funda o estilo à sua imagem Na tábua seca do livro. Nenhuma voluta inútil. Rejeita qualquer lirismo, Tachando a flor de feroz. ... Em dimensão de grandeza Onde o conforto é vacante. Seu passo trágico escreve a épica real do BR Que desintegrado explode.. | ||
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
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