| 000 | 01471 a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 122083 | ||
| 020 | _a9788535906837 | ||
| 040 | _cEscola Canadense de Niteroi | ||
| 090 | _aBRA | ||
| 100 | _aBraga, Rubem | ||
| 245 | 1 | 0 | _aBoa companhia: crônicas |
| 250 | _a1. ed. | ||
| 260 | _aSão Paulo | ||
| 300 |
_a244 p. _c8 x 13.8 x 2 cm |
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| 362 | 0 | _a2005 | |
| 520 | _aNascida e criada em revistas e jornais, ao longo do século XX a crônica se firmou como uma expressão muito particular na literatura nacional - um gênero tipicamente brasileiro, como lembra o jornalista Humberto Werneck. Com espaço limitado e sem vocação para durar, a crônica se mostrou capaz de fixar de modo único cenas e situações cotidianas da vida brasileira, chegando ao século XXI como um dos gêneros literários mais lidos no país. Algumas foram publicadas em livro e constituíram a principal matéria-prima de obras sólidas, como a de Rubem Braga ou a de Luis Fernando Verissimo, entre outros.No terceiro lançamento da série Boa Companhia, 42 cronistas formam um painel da crônica no Brasil, falando de futebol, de um bicho de estimação ou de uma cena de infância, de palavras e gestos, de política, de uma conversa de bar, de amor, da paisagem na janela ou até mesmo de uma canja de galinha tomada num hospital | ||
| 650 | 4 | _aHistórias Curtas | |
| 650 | 4 | _aCrônicas | |
| 650 | 4 | _aMitos, Fábulas ou Contos | |
| 650 | 4 | _aLiteratura Brasileira | |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c122083 _d122083 |
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