000 02064 a2200265 4500
001 124080
020 _a8503007908
040 _cEscola Canadense de Niteroi
090 _aSUA
100 _aSuassuna, Ariano
245 1 0 _aUma mulher vestida de sol
250 _a4. ed.
260 _aRio de Janeiro
300 _a194 p.
_bil.
_c0 x 18.00 cm (brochura)
362 0 _a2006
520 _aUma Mulher Vestida de Sol foi a primeira grande tragédia produzida no Nordeste. Escrita para um concurso promovido pelo Teatro do Estudante de Pernambuco, em 1947, e classificada em primeiro lugar, deu início também à carreira de autor teatral de Ariano Suassuna. Segundo Suassuna, Uma Mulher Vestida de Sol era, ainda, sua primeira tentativa de recriar o romanceiro popular nordestino. Salientei, na época, a semelhança existente entre a terra da Espanha e o sertão, o romanceiro ibérico e o nordestino. Tomei um romance popular do sertão e tratei-o dramaticamente, nos termos da minha poesia - ela também filha do romanceiro nordestino e neta do ibérico. Procurei conservar na minha peça o que há de eterno, de universal e de poético no nosso riquíssimo cancioneiro onde há obras primas de poesia épica, especialmente na fase denominada do pastoreio. Para Hermilo Borba Filho, o caráter puritano da primeira versão, quando o autor ainda era protestante, diluiu-se e a peça ganhou uma atmosfera de amor e violência comparável à das elisabetanas, que une os elementos sangue, honra, família, incesto, nas exatas medidas dramáticas. E aqui ainda o dramaturgo obedece fielmente à tradição clássica quando joga, dentro da atmosfera trágica, a comicidade do Bacharel Orlando de Almeida Sapo e do Delegado de Policia, figuras ridículas e chãs, em contraste com a estrutura dos demais personagens.
650 4 _aLiteratura Infanto Juvenil
650 4 _aRomance
650 4 _aPeça de Teatro
650 4 _aPoesias, Poemas, Versos ou Teatro
650 4 _aSertão
650 4 _aLiteratura Brasileira
650 4 _aDrama
942 _cBK
999 _c124080
_d124080