| 000 | 01773 a2200193 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 125618 | ||
| 020 | _a9788532508140 | ||
| 040 | _cEscola Canadense de Niteroi | ||
| 090 | _aLIS-M1 | ||
| 100 | _aLispector, Clarice | ||
| 245 | 1 | 0 | _aA Mulher que Matou os Peixes |
| 260 | _aRio de Janeiro | ||
| 300 |
_bil. _c6 x 16 x 0.4 cm |
||
| 362 | 0 | _a1999 | |
| 520 | _a"A mulher que matou os peixes infelizmente sou eu." Clarice Lispector começa confessando o "crime" que cometeu sem querer. E para explicar como tudo aconteceu, ela escreveu uma história de compreensão e afeto, contando sobre todos os bichos de estimação que já viveram em sua casa. Os que vieram sem ser convidados e foram ficando, e os que ela escolheu para criar, e que foram muitos: uma lagartixa que comia os mosquitos e mantinha limpa a sua casa, cachorros brincalhões, uma gata curiosa, um miquinho esperto, vários coelhos... Antes de mais nada, ela explica que sempre foi alguém que gosta de animais, de crianças e também de gente grande. Todos os bichos que aparecem em seus livros fizeram, em algum momento, parte de sua vida. Nada mais natural, então, do que contar simplesmente o que aconteceu com cada um deles. Por isto mesmo, estas histórias são narradas de modo coloquial e muito próximo do cotidiano infantil. Mesmo quando ela fala sobre dor e perda, quando explica que, às vezes, as coisas acontecem diferente da maneira que queremos. Clarice mostra, em A mulher que matou os peixes, que além de conhecer muito de perto o universo infantil, é alguém que sabe conversar com crianças com extrema sensibilidade. Ela trata os sentimentos com toda a delicadeza e fala direto ao coração. | ||
| 650 | 4 | _aAnimais de Estimação | |
| 650 | 4 | _aLiteratura Infantil | |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c125618 _d125618 |
||