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| 040 | _cEscola Canadense de Niteroi | ||
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| 100 | _aAmado, Jorge | ||
| 245 | 1 | 0 | _aMar morto |
| 250 | _a90. ed. | ||
| 260 | _aRio de Janeiro | ||
| 362 | 0 | _a2005 | |
| 490 | 0 | _aJorge Amado para jovens | |
| 520 | _aEscrito em 1936, quando o autor tinha apenas 24 anos, Mar morto conta as histórias da beira do cais da Bahia, como diz Jorge Amado na frase que abre o livro. E a frase é uma verdadeira carta de intenções. Nenhum outro livro sintetizou tão bem o mundo pulsante do cais de Salvador, com a rica mitologia que gira em torno de Iemanjá, a rainha do mar. Personagens como o jovem mestre de saveiro Guma parecem prisioneiros de um destino traçado há muitas gerações: o dos homens que saem para o mar e que um dia serão levados por Iemanjá, deixando mulher e filhos a esperar, resignados. Mas nesse mundo aparentemente parado no tempo há forças transformadoras em gestação. O médico Rodrigo e a professora Dulce, não por acaso dois forasteiros, procuram despertar a consciência da gente do cais contra o marasmo e a opressão. É esse contraste entre o tempo do mito e o da história que move Mar morto, envolvendo-nos desde a primeira página na prosa calorosa de Jorge Amado. | ||
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