000 01431 a2200265 4500
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020 _a9788526018518
020 _q(Broch.)
041 _apor
082 _a028.5
250 _a2.ed.
300 _a[s.p.]
520 _aPublicado na década de 1920, no livro Ritmo Dissoluto, o poema “Na Rua do Sabão”, de Manuel Bandeira, ainda hoje exerce um forte fascínio em seus leitores. Cai cai balão/ Cai cai balão/ Na rua do Sabão! / Levou tempo para criar fôlego./ Bambeava, tremia todo e mudava de cor. / A molecada da rua do Sabão/ Gritava com maldade: Cai cai balão! A partir desse refrão popular, de domínio público, que se repete ao longo do poema, Manuel Bandeira, o consagrado poeta do Recife que soube tão bem captar os aspectos mais simples do cotidiano, leva-nos à rua do Sabão e reaviva em nossa memória uma das recordações mais vivas da infância, a imagem do balão subindo… muito serenamente… para muito longe… Não caiu na rua do Sabão.
521 _aIK
697 _aPoesia infanto-juvenil brasileira.
697 _aMúsica - crianças
856 _u000025/00002572.jpg
040 _aBR-BrIDEA
_cBR-BrIDEA
090 _aA IK 028
_bBAN
100 _aBandeira, Manuel
_d1886-1968
245 1 0 _aNa rua do sabão
_cManuel Bandeira; ilustrações de Odilon Moraes
260 _aSão Paulo
_bGlobal
_c2013
700 _aMoraes, Odilon
_d[1966-]
_eIlustrador
942 _cBK
999 _c12911
_d12911