000 02676 a2200313 4500
001 13610
005 20240130121448.0
008 240130b |||||||| |||| 00| 0 POR d
020 _a9788501013514
020 _a9788574063423
020 _q(broch.)
040 _aBR-BrIDEA
_cBR-BrIDEA
041 _apor
082 _a028.5
090 _aP Year 4 028
_bAMA
100 _aAmado, Jorge
_d1912-2001
245 1 0 _aO gato malhado e a andorinha Sinhá:
_buma história de amor
_cJorge Amado; ilustrações de Carybé
260 _aSão Paulo :
_bCompanhia das Letrinhas,
_c2008
300 _a125 p. :
_cil. ; (brochura)
490 _aJorge Amado
520 _aO temperamento do Gato Malhado não era nada bom: bastava aparecer no parque para todos fugirem às pressas. E ele não se importava mesmo com os outros, ia tocando a vida com a indiferença habitual. Até que, chegada certa primavera, o Gato nota que a Andorinha Sinhá não tem receio algum dele. Foi o suficiente para que dali nascesse a amizade dos dois, que se aprofunda com o tempo. No outono, os bichos já viam o Gato com outros olhos, achando que talvez ele não fosse tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar. Durante esse tempo, até soneto o Gato escreveu. E confessou à Andorinha: "Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo". Mas o amor entre os dois é proibido, não só porque o Gato é visto com desconfiança, mas também porque a Andorinha está prometida ao Rouxinol. Jorge Amado colheu a história desse amor impossível de uma trova do poeta Estêvão da Escuna, que a costumava recitar no Mercado das Sete Portas, em Salvador, e a colocou no papel com o tom fabular dos contos infanto-juvenis em 1948, quando vivia em Paris. Não era uma história para ser publicada em livro, mas um presente para o filho, João Jorge, que completava um ano de idade. Guardado entre as coisas do menino, o texto só foi reencontrado em 1976. João Jorge entregou então a narrativa a Carybé, que ilustrou as páginas datilografadas. Jorge Amado deu-se por vencido: o livro foi publicado no mesmo ano. O texto foi adaptado mais tarde para teatro e balé. Esta nova edição preserva as ilustrações magníficas de Carybé, que foram inseridas em novo projeto gráfico de Kiko Farkas. A escritora Tatiana Belinky, grande fã de Jorge Amado assim como deste livro, foi convidada para escrever o posfácio.
521 _aYear 4
630 0 _aMitos, Fábulas ou Contos
_9264
650 0 _aLiteratura Infantil
_9448
697 _aLiteratura infantojuvenil.
700 _aCarybé
_eIlustrador
856 _u000026/000026c7.jpg
942 _cBK
_2udc
999 _c13610
_d13610