| 000 | 01719 a2200181 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 141397 | ||
| 040 | _cLeonardo Da Vinci | ||
| 041 | _aPortuguês | ||
| 082 | _av002 | ||
| 100 | _aBABENCO, Hector | ||
| 245 |
_aCarandiru _baqui dentro ninguém é culpado, você acredita nisso? |
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| 260 |
_bGlobo Filmes; Columbia Tristar Home Entertainment _c2003 _aBrasil |
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| 362 | _a20030000 | ||
| 500 |
_aBaseado no livro Estação Carandiru de Drauzio Varella _aRecomendado para maiores de 16 anos |
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| 520 | _aNuma cela da Casa de Detenção de São Paulo, o popular Carandiru, dois detentos (Lula e Peixeira) se enfrentam num acerto de contas. O clima é tenso. Outro detento, Nego Preto, espécie de "juiz" para desavenças internas, soluciona o caso em tempo de dar "boas vindas" ao Médico, recém- chegado e disposto a realizar trabalho de prevenção à AIDS na penitenciária. O Médico depara-se, no maior presídio da América Latina, com problemas gravíssimos: superlotação, instalações precárias, doenças como tuberculose, leptospirose, caquexia, além de pré-epidemia de Aids. Os encarcerados lamentam, além da falta de assistência médica, de assistência jurídica. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, constitui-se em grande desafio para o Doutor recém-chegado. Mas bastam alguns meses de convivência para que ele perceba algo que o transformará: mesmo vivendo situação-limite, os internos não são figuras demoníacas. No convívio com os presos que visitam seu improvisado consultório, o Médico testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, grande disposição de viver | ||
| 697 |
_aHistória _aDrama _aBrasil _aCasa de detenção _aVarella, Drauzio |
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| 942 | _cVM | ||
| 999 |
_c141397 _d141397 |
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