| 000 | 01299 a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 76005 | ||
| 020 | _a9788565771115 | ||
| 020 | _qbroch. | ||
| 041 | _apor | ||
| 082 | _a869.93 | ||
| 520 | _aUm dos mais divertidos de nossos cronistas, numa seleção com textos engraçados, líricos ou francamente debochados. Eis a receita que, até hoje, faz do carioca Sérgio Porto (1923-1968) ser reconhecido como um dos mestres desse tipo de texto leve que fala do cotidiano de todos nós. E sua escrita vai além: a linguagem das ruas, as situações inusitadas do dia-a-dia, a comédia da vida privada, as transformações dos costumes nas grandes cidades brasileiras, as mentiras que contamos para os outros, a convivência com os vizinhos. Tudo isso vem recuperado numa prosa deliciosa, que demonstra um ouvido apurado para capturar a realidade, transformando-a em literatura e em diversão | ||
| 697 | _aCrônicas brasileiras | ||
| 697 | _aLiteratura Brasileira | ||
| 856 | _u000001/000001a4.jpg | ||
| 040 |
_aBR-SpFEC _cBR-SpFEC _dBR-BrIDEA |
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| 090 |
_aP Year 6 869 _bPOR |
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| 100 |
_aPorto, Sérgio _d1923-1968 |
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| 245 | 1 | 0 |
_aÉramos mais unidos aos domingos e outras crônicas _cSérgio Porto |
| 260 |
_aSão Paulo, SP _bBoa Companhia _c2015 |
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| 300 |
_a163 p. _c21 cm |
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| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c76005 _d76005 |
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